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dieta, pensamentos e afins...



2007-03-30

Quando me amei de verdade compreendi que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato...E então, pude relaxar...Hoje sei que isso tem nome..auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades...Hoje sei que isso é ser...autêntico.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. ..Hoje chamo isso de...amadurecimento .

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma...Hoje sei que o nome disso é...respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...pessoas, tarefas, crenças, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo...De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo...Hoje sei que se chama...amor- próprio!!!

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.

Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo...Hoje sei que isso é saber viver a vida INTENSAMENTE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter razão sempre e, com isso, errei muito menos vezes...Hoje descobri a humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece...Hoje vivo um dia de cada vez plenamente.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. ..Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Assim que você pensar que sabe como são realmente as coisas, descubra outra maneira de olhar para elas.


Autor desconhecido

postado por: ADRIANA ALVES 9:34 AM


Comments: 2007-03-07

"O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará."

(Salmos, 23:1)
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O Guardião do Mosteiro

Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto.

O grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para descobrir quem seria o novo sentinela.

O Mestre, com muita tranquilidade, falou:

- Assumirá o posto de monge quem conseguir resolver primeiro o problema que eu vou apresentar.

Então ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo. E disse apenas:

- Aqui está o problema!

Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro!

O que representaria?

O que fazer?

Qual o enigma?

Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e...ZAPT!... destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:

- Você é o novo guardião. Não importa que o problema seja lindíssimo. Um problema é um problema, mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, deve ser suprimido.

Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam espaço - um lugar indispensável para criar a vida.

Os orientais dizem:

"Para você beber vinho numa taça cheia de chá, é necessário primeiro jogar o chá para, então, beber o vinho. "

Ou seja, para aprender o novo, é essencial desaprender o velho.

Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em sua mente.

Vai ficar mais fácil ser feliz.

(Roberto Shinyashiki)

postado por: ADRIANA ALVES 8:25 AM


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